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O que é um plano de saúde com coparticipação e como funciona?

Escrito por RockContent

Planos de saúde não variam apenas em tipo de cobertura, rede credenciada e valores de mensalidade: quando se vai contratar um, é preciso considerar também a modalidade de pagamento. No que diz respeito a isso, eles podem ter ou não ter coparticipação, ou seja, as despesas com os atendimentos podem ser cobertas inteiramente ou parcialmente pela operadora.

Para que você possa compreender as vantagens desse tipo de plano de saúde e avaliar se ele é o mais adequado para você, explicamos neste post o que é um plano de saúde com coparticipação. Confira!

Modalidade de pagamento com divisão de gastos

Conforme dito acima, a coparticipação diz respeito a uma modalidade de pagamento do plano de saúde, na qual o contratante “divide” com a operadora os gastos com os serviços de saúde utilizados (consultas, exames, internações etc.). Com isso, ele paga uma mensalidade reduzida, somada a uma taxa por cada serviço utilizado naquele mês. Essa taxa é calculada a partir da tabela de valores da operadora.

A divisão dos gastos é feita de acordo com a porcentagem estabelecida em contrato. É comum encontrar planos com 20% ou 50% de coparticipação, mas não existe um limite para essa divisão. Há, no entanto, um limite para o valor a ser pago pelo usuário em cada tipo de atendimento ou procedimento.

Se uma pessoa contrata um plano com 20% de coparticipação, por exemplo, e marca uma consulta médica que, na tabela do plano, custa R$ 40, ela pagará pela consulta R$ 8. Contudo, se ela precisa de um exame que custa R$ 500 e o limite para gasto com exames é de R$ 80, ela deverá pagar R$ 80 em vez de R$ 100, que corresponderia aos 20%.

A exceção para essa lógica é a internação, cujo valor de coparticipação é estabelecido por um valor fixo, não uma porcentagem, funcionando também como limite.

Acesso irrestrito

Os planos de saúde com coparticipação podem ser contratados tanto por pessoa física quanto pessoa jurídica, em contratos individuais, familiares, coletivos empresariais e coletivos por adesão. Ou seja, não há qualquer restrição para a contratação desse tipo de plano.

Ainda assim esse tipo de contrato não é recomendado para pessoas que precisem de atendimentos médicos frequentes, como é o caso de idosos ou pessoas com doenças crônicas. Isso porque cada serviço utilizado significará um valor a mais a ser pago junto com a mensalidade.

Possibilidade de economia

Apesar da ideia de arcar com parte dos gastos com consultas e exames parecer desvantajosa, para quem não utiliza os serviços do plano de saúde com frequência e busca economia ela pode ser ideal.

O primeiro motivo para isso é a redução na mensalidade do plano de saúde, que pode ser significativa. Além disso, sempre há um limite no valor a ser gasto com consultas e exames, o que torna os exames mais caros acessíveis.

É preciso considerar ainda que nem todos os serviços prestados pelas operadoras são incluídos na coparticipação. Algumas empresas, por exemplo, não cobram por internação ou atendimentos de emergência, o que diminui o impacto do uso do plano sobre a mensalidade.

Agora que você já sabe o que é um plano de saúde com coparticipação, entre em contato conosco para conhecer os produtos disponíveis no mercado e obter ajuda para avaliar qual atende melhor às suas necessidades!

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